Turismo em Juiz de Fora
Pontos Turísticos - JF
Reunimos, nesta seção, alguns pontos turísticos de Juiz de Fora para aqueles interessados em conhecer um pouco mais sobre Juiz de Fora.
Aeroclube
Alto dos Passos - Alameda
Catedral Metropolitana
Cine Teatro Central
Estádio Municipal
Igreja da Glória
Igreja Melquita
Mirante da BR-040
Mirante São Bernardo
Morro do Imperador (Morro do Cristo)
Museu de Arte Murilo Mendes - MAMM
Museus da Academia
Museu do Crédito Real
Museu Ferroviário
Museu Mariano Procópio
Painel As Quatro Estações - Cândido Portinari
Parque da Lajinha
Parque Halfeld
Praça da Estação
Rua Halfeld (Calçadão)
UFJF
Usina de Marmelos
Aeroclube
O aeroclube de Juiz de Fora foi oficializado em março de 1938. Sua primeira aeronave foi um Porterfield norte-americano cedido pela Aeronáutica Civil.
Nos dias de hoje, o aeroclube comporta três Paulistinhas, três Aero Boeros, dois Cessnas, dois Pipers, um Embraer Corisco, um Planador Blanik, dois Planadores Quero-Quero e dois Super Ximangos. Durante todo o ano, o aeroclube oferece cursos práticos nas áreas de piloto comercial e privado, instrutor de vôo, piloto planador, instrutor de planador, piloto rebocador de planador e piloto lançador de pára-quedista.
São oferecidos vôos panorâmicos e atividades aerodesportivas: vôos em planadores, acrobacias aéreas e shows dos pára-quedistas do Pára-Clube Águias de Ouro.
Contribuição: Bia Tazbir*
Alto dos Passos - Alameda
O bairro Alto dos Passos é um dos locais preferidos pelos juizforanos quando buscam divertimento. O bairro apresenta um complexo de bares e restaurantes e é freqüentado por pessoas de todas as idades, pois oferece diversão para todos. O shopping Alameda, um dos maiores atrativos do bairro, oferece 05 salas de cinema, restaurantes e um comércio bastante variado.
Contribuição: Bia Tazbir*
Catedral Metropolitana
Antes mesmo de Juiz de Fora (antiga Santo Antônio do Paraibuna) ser elevada à categoria de vila, o bispo de Mariana autorizou, em dezembro de 1844, a construção da capela dedicada àquele santo. O templo construído logo teve que ser ampliado para poder receber os fiéis que o freqüentavam. Posteriormente, a igreja foi erguida atrás do prédio original. A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora está localizada no centro da cidade, na Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Espírito Santo.
Contribuição: Bia Tazbir*
Cine Theatro Central
O Cine-Theatro Central foi inaugurado para ser uma casa de espetáculos à altura da cidade em 30 de março de 1929. Nessa época, Juiz de Fora já despontava como um pólo industrial, município de comércio importante e politicamente influente. Com planta arquitetônica de Raphael Arcuri e decoração interna pintada pelo artista italiano Ângelo Biggi, o Cine-Theatro Central marca a história e é considerado por muitos artistas como a casa de espetáculos de melhor acústica do país.
Com capacidade para receber até duas mil pessoas, o teatro foi tombado pelo município como patrimônio histórico em 1983. Dez anos depois, o “Teatro Central” passou por uma grande reforma e hoje é um dos pontos turísticos mais bonitos de Juiz de Fora.
Contribuição: Bia Tazbir*
Estádio Municipal
Inaugurado em outubro de 1988, o Estádio Municipal Radialista Mário Helênio foi construído para comportar 35 mil torcedores. O estádio ocupa uma área de 90 mil metros quadrados e oferece cerca de 1.200 vagas para carros, 8 banheiros e 3 bares.
Palco para outros eventos, como o JF Folia, o Estádio Mario Helênio fica repleto de foliões no carnaval fora de época no mês de outubro em Juiz de Fora. O estádio municipal fica localizado no Bairro Dom Orione.
Contribuição: Bia Tazbir*
Igreja da Glória
A Igreja da Glória foi erguida no local até então conhecido como Morro da Gratidão pela colônia alemã em 1878. O terreno foi doado aos colonos a pedido do então Padre Américo Prags. Trinta e cinco anos mais tarde, a igreja já não comportava o número de fiéis e a torre que ameaçava desabar teve que ser demolida. Em 1923, logo no início da construção do novo prédio, a igreja foi destruída em um incêndio criminoso. Após a tragédia, a igreja foi reformada e reconsagrada, e é hoje uma das igrejas mais conhecidas de Juiz de Fora. A Igreja da Glória está localizada na Avenida dos Andradas, 855 – Morro da Glória.
Contribuição: Bia Tazbir*
Igreja Melquita
(Igreja Greco-Melquita de São Jorge)
A forte presença da imigração sírio-libanesa na cidade de Juiz de Fora resultou na construção do templo Melquita em 1958. Os imigrantes cristãos do oriente que moravam na cidade sentiram a necessidade de ter um espaço de oração próprio e construiram, então, a Igreja Melquita. Com uma arquitetura que lembra as linhas de Brasília, a Igreja Melquita obedece o rito bizantino. Assim, encontramos orações em português, grego e árabe.
Contribuição: Bia Tazbir*
Mirante da BR-040
A BR-040 é a mais importante rodovia de acesso a Juiz de Fora. Chamada a princípio de BR-3, a rodovia liga a cidade a outros importantes centros urbanos, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No local conhecido como "Mirante da BR", pode-se conferir as belas montanhas de Minas que cercam a cidade.
Contribuição: Bia Tazbir*
Mirante São Bernardo
A história do Mirante São Bernardo está ligada ao industrial Bernardo Mascarenhas. Devoto de São Bernardo, tomou a iniciativa de construir no local uma gruta para devoção ao santo. O pequeno oratório está posicionado na direção da fábrica, que hoje abriga o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.
Do Mirante, podemos observar vários pontos turísticos da cidade, como o Cine Theatro Central, o Morro do Cristo, o Museu Ferroviário de Juiz de Fora, a Praça da Estação; ou seja, o mirante oferece uma vista bem completa do centro de Juiz de Fora.
Contribuição: Bia Tazbir*
Morro do Imperador (Morro do Cristo)
Conhecido também como Morro do Cristo e Morro da Liberdade, o Morro do Imperador é um dos pontos mais altos de Juiz de Fora, situado a 923m acima do nível do mar. O Morro do imperador foi assim denominado porque D. Pedro II o escalou em 1861 para apreciar a vista da cidade.
Nas comemorações da passagem do século, foi construída a capela; e, em 1906, o Monumento do Cristo. Lá, também encontra-se a primeira torre helicoidal na América do Sul que proporcionou à extinta TV Industrial o pioneirismo em geração de imagens no interior brasileiro.
Contribuição: Bia Tazbir*
Museu de Arte Moderna Murilo Mendes
O Museu de Arte Moderna Murilo Mendes surgiu por interferência do governo brasileiro após o recebimento do acervo de artes plásticas do escritor proveniente da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Constituiu-se, então, o Centro de Estudos Murilo Mendes (CEMM). A política de produção, pesquisa, divulgação e preservação sempre foram metas perseguidas pelo CEMM, que em 2005, transformou-se no Museu de Arte Moderna Murilo Mendes. Localizado no prédio da antiga Reitoria da UFJF, o museu abriga um dos mais expressivos acervos de Arte Moderna do Brasil, reunindo mais de 300 obras de artistas brasileiros e europeus. Além da biblioteca de origem, outras três compõem o Centro de Estudos Literários, totalizando cerca de 10 mil volumes de obras raras, manuscritos e documentos originais.
O museu funciona na Rua Benjamin Constant, 790 - centro.
Contribuição: Bia Tazbir*
Museus da Academia
- Museu de Etnologia Indígena
O Museu de Etnologia Indígena possui 400 peças em exposição e 3.600 em reserva técnica. As peças, todas originais, organizam um acervo por categorias segundo um plano de classificação de acordo com sua finalidade: cerâmica, trançados, cordões e tecidos, adornos plumários, adornos de materiais ecléticos, instrumentos musicais e muito mais.
- Museu de História Natural
O acervo do Museu de História Natural constitui-se de 1.300 peças em exposição e 30.000 em reserva técnica. Ao todo são 19 vitrines dispostas de acordo com a Teoria da Evolução dos Seres Vivos e um espaço com animais vertebrados taxidermizados. A coleção é formada por exemplares de fósseis, minerais, rochas, animais secos, ossos e réplicas de peças raras que foram trazidas da Europa pelo botânico e mineralógo Pe. Leopoldo Krieger.
Os museus da Academia funcionam na Rua Halfeld, 1179 - centro.
Tel: (32) 3249-7761
Contribuição: Bia Tazbir*
Museu do Crédito Real
O Museu do Crédito Real é o sexto do mundo em acervo destinado à memória monetária e bancária. Com cerca de 10.000 fotografias, filmes e livros, o museu ainda conta com 82.000 documentos, desde empréstimos, financiamentos agrícolas, livros de atas e balancetes de contas a coleções de moedas de cobre, bronze e prata de diversos países e épocas, além de cédulas desde o período colonial até a atualidade e exemplares de muitos países.
O Museu do Crédito Real funciona na Avenida Getúlio Vargas, 455 - centro.
Contribuição: Bia Tazbir*
Museu Ferroviário de Juiz de Fora
O acervo do Museu Ferroviário de Juiz de Fora é constituído por 304 peças, desde livros técnicos, fotografias, equipamentos científicos, louças, miniaturas de locomotivas e material rodante à peças ilustrativas de instrumentos de trabalho e comunicação. As peças foram dispostas em cinco salas temáticas: História da Ferrovia, Agência de Estação, Sinalização e Via Permanente, Escritórios Ferroviários e Material Rodante e Aspectos Tecnológicos.O Museu Ferroviário funciona na Praça da Estação.
Contribuição: Bia Tazbir*
Museu Mariano Procópio
O Museu Mariano Procópio é o primeiro museu de Minas Gerais e o terceiro do Brasil. Fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, o museu conta com um dos principais acervos do país constituído por quase 45 mil peças. Seu conjunto arquitetônico contém dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e um prédio anexo inaugurado em 1922 para abrigar um museu. Além do conjunto histórico, o museu conta com um acervo natural de grande importância ecológica: seus jardins exploram a flora brasileira.
Contribuição: Bia Tazbir*
Painel As Quatro Estações - Cândido Portinari
Marco do modernismo na cidade, o Edifício Clube Juiz de Fora ganhou o painel “As Quatro Estações”, de Cândido Portinari em 1956. Possuindo 4,48m de altura por 7,95m de largura, o mosaico integra as artes plásticas à arquitetura – uma forte tendência da época. O painel faz parte de uma coleção de outros 10 painéis expostos a céu aberto. O painel “As Quatro Estações” fica na fachada do Edifício Clube Juiz de Fora, na Avenida Barão do Rio Branco com a esquina da Rua Halfeld.Contribuição: Bia Tazbir*
Parque da Lajinha
Inaugurado em 1983, o Parque da Lajinha possui uma área de 140 mil metros quadrados com um lago, quiosques, duas cachoeiras, churrasqueiras e um coreto. O Parque da Lajinha, juntamente com as matas do Campus Universitário, da Reserva de Santa Cândida e do Morro do Imperador, faz parte da Mata Atlântica juizforana. O Parque encontra-se na Avenida Paulo Japiassu Coelho – Bairro Teixeiras.
Contribuição: Bia Tazbir*
Parque Halfeld
O Parque Halfeld, antigo Largo Municipal, foi inaugurado em 1854 após sua aquisição pela Câmara Municipal. Nos dias de hoje, o Parque Halfeld é o ponto turístico mais conhecido de Juiz de Fora. Além de ser um ponto de encontro, o parque é também um espaço de lazer.
O Parque Halfeld possui jardins, fontes, um coreto e outras atrações. No parque, são realizadas exposições, shows, manifestações públicas, feiras de artesanato e de produtos naturais e muito mais. No coração de Juiz de fora, o parque fica localizado na Avenida Barão do Rio Branco com a esquina da Rua Halfeld, na esquina mais famosa da cidade.
Contribuição: Bia Tazbir*
Praça da Estação
Situada na chamada “parte baixa” da cidade, a Praça da Estação foi inaugurada no início do século XIX para servir à Estrada de Ferro D. Pedro II. A Praça era, portanto, a porta de entrada da cidade naquela época. Palco de grandes manifestações e comícios políticos, a Praça da Estação também possui um dos mais belos conjuntos arquitetônicos de Juiz de Fora, com prédios centenários e em sua grande maioria de estilo clássico, e apresenta um comércio variado. Ela fica localizada na Rua Halfeld, próximo ao Rio Paraibuna.
Contribuição: Bia Tazbir*
Rua Halfeld
A antiga Rua Califórnia, hoje com o nome de Rua Halfeld, é considerada por muitos como o coração de Juiz de Fora. É uma das principais ruas do centro de Juiz de Fora. A Rua Halfeld foi uma das primeiras ruas da cidade a receber o bonde.
De arquitetura variada, a Rua Halfeld chama atenção pelos seus prédios imponentes, como o Cine-Theatro Central, o Edifício Clube Juiz de Fora e o Museu do Crédito Real, antigo Banco do Crédito Real. Nessa rua, também encontramos um dos principais pontos turísticos da cidade: o Parque Halfeld, e também a Academia de Comércio, um dos colégios mais tradicionais da região.
Contribuição: Bia Tazbir*
Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
A UFJF foi criada em 1960, por ato do Presidente Juscelino Kubitschek. Sua criação contribuiu muito para transformar a economia e diversificar a sociedade juizforana. O seu campus, mesmo fora do centro urbano, é muito bem organizado e atrai centenas de alunos de várias partes do Brasil.
A Universidade de Juiz de Fora conta com 16 unidades acadêmicas; as quais oferecem 33 cursos de graduação, 20 mestrados e 6 doutorados, além de cursos de Educação Profissional e Média. Além disso, a qualidade da UFJF é reconhecida nacionalmente de forma indiscutível pelos processos de avaliação implementados pelo Ministério da Educação e Cultura.
Contribuição: Bia Tazbir*
Usina Hidrelétrica de Marmelos
Juiz de Fora foi a primeira cidade da América do Sul a ter uma usina hidrelétrica, o que lhe valeu a condecoração de Farol do Continente. Empreendimento realizado por Bernardo Mascarenhas, a usina foi inaugurada em 1889, sete anos depois da primeira usina da América do Norte.
A Usina de Marmelos é o primeiro grande marco do setor elétrico brasileiro. Localizada na estrada União e Indústria, a CEMIG assumiu o seu patrimônio, preservou seu sítio arquitetônico e restaurou suas instalações, transformando-a em um espaço cultural que preserva a memória do setor elétrico nacional.
Contribuição: Bia Tazbir*
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